Os Estados Unidos reuniram-se com seus aliados do Conselho de Segurança, para discutirem o projeto de resolução. 
 O que foi bastante ressaltado na reunião foi a posição do Irã no Jogo. O delegado de Israel insinuou uma inútil participação do Irã no Jogo, ironicamente. Afirmou que o país não tem aliados, já que usa de sua superioridade para atrapalhar a população. Criticou o líder iraniano Mahmud Armadinejad: “... Onde está esse líder que não intervê em tudo?”. Alegou que um país que absurdamente pune uma mulher com cem chibatadas, o que vai contra os Direitos Humanos, ainda tem direitos na Assembleia Geral e quer vir a votar sobre um assunto que exige respeito e ética.  Ressaltaram que o Irã não entende absolutamente nada de vida. Inconsequentemente ameaça bombear Israel, não se conscientizando que isso afetará a Europa e o Oriente Médio por completo. Acusaram Armadinejad de louco, se o mesmo fosse contra a OTAN. Segundo Armadinejad, os atentados teriam servido como desculpa para invadir o Iraque e o Afeganistão. "Foi dito que cerca de 3.000 pessoas foram mortos em 11 de Setembro, o que nos deixa muito entristecidos. Porém, até agora no Afeganistão e Iraque, centenas de milhares de pessoas foram mortas, milhões feridas e desabrigadas, e os conflitos ainda continuam e crescem." Armadinejad citou rapidamente as quatro rodadas de sanções impostas ao país pelas Nações Unidas por causa de seu programa nuclear. Segundo ele, alguns membros do Conselho de Segurança da ONU "igualaram energia nuclear com bombas nucleares". Também acusou os EUA de construir um arsenal nuclear em vez de se desarmar, e reiterou seu pedido para um mundo livre de armas nucleares. O segundo maior exportador de petróleo do mundo, vive inteiramente à base de energia não renovável, não pode de forma alguma participar do comitê Assembleia Geral, “nem tecnologia pra isso eles têm!”, complementou o delegado. Ironizou ainda que o único país que lhes dá moral é o Brasil, insinuando novamente a possibilidade de interesse da parte do Brasil no Irã. E defendendo a superioridade norte-americana, afirmou que mesmo sendo um país “tão bom e político”, jamais superará os Estados Unidos economicamente. “Mesmo com a crise não conseguiram derrubar os Estados Unidos.” (delegada dos EUA). Finalizou, mais uma vez ridicularizando o Irã e o julgando indigno de integra-se ao Jogo da ONU e receber algum mérito ou respeito. Não deu mais declarações, simplesmente afirmando que sua intenção era despertar uma “dúvida” quanto ao Irã, para as imprensas e outras delegações. 



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