Doar tecnologia para a produção de biocombustível na África.
Estados Unidos – "6% é muita coisa! E 5% das terras afetava muitos mais".
Brasil – "O território do Brasil é enorme. Nosso país investe sustentavelmente na África".
Índia- "Estamos aqui para lutar. Quanto menos diminuirmos a emissão de gases, melhor será".
Brasil – "O delegado da Itália tinha se mostrado favorável e o delegado da Uganda votou contra, sendo que essa cláusula seria para a doação de tecnologia à África".
Bélgica-  "Gostaríamos de demonstrar preocupação para com os países". Afirmou que o delegado da India não tem moral alguma para falar.
Estados Unidos – "Essa cláusula não é uma substituição da cláusula do protocolo de Kyoto, e sim uma ajuda aos países que não conseguem nem ao menos uma porcentagem. Como vem sendo investido, ajudará a nós e a África".
Japão – "Em nenhum momento foi falado que queremos alguma coisa em troca. Que isso não seja uma recompensa monetária e sim ambiental".
França – "Só estamos querendo que seja reconhecido o que foi feito: um melhoramento na África , não somente na economia".
Bélgica – "O nosso foco é ajudar a África!".

Fiscalizar o método de produção de bicombustível.

Brasil – "Vemos a criação desse órgão como algo indispensável, sendo que atualmente deve-se ajudar os países. Garantir que esse investimento traga um desenvolvimento sustentável, como o Brasil pretende fazer, é indispensável".
Bélgica- "Totalmente a favor. É necessária uma investigação, para que se saiba como é produzido o bicombustível em cada área. Tendo em vista o obetivo de reduzir a emissão de CO2, esse órgão ajudará na fiscalização desses países. Parabenizo os autores da cláusula".
Austrália – "Deve se ressaltar a importância dessa organização. De nada adianta o investimento se não for feito de maneira certa, e sem prejudicar quem está recebendo esses investimentos".
Irã – "Regularizará a produção dos bicombustíveis, para que o Irã não sofra".
Turquia – "Seria importante para o controle e investigação de tudo que será criado".
Suécia – Suécia apoia. "Todos sabem que a corrupção existe e esperamos que todos sejam beneficiados".

Cláusula 04 – Congelamento das dívidas externas para quem investir nos bicombustíveis.

Nigéria – "Se forem congeladas as dívidas externas, terão mais recursos para a produção".
Bélgica – "Investiremos na doação de tecnologia para a África, porque fomos extremamente afetados. Tem de se fazer algo próximo à realidade. Com o congelamento da divida externa os países vão deixar de investir na África".
África do Sul – "Com o congelamento das dívidas externas, o país cria um ambiente sem precisar de outros países".
Itália – "Queria deixar claro que a África tem sim a riqueza que precisa para amenizar os impactos causados. Não é assim agente que chegaremos a um consenso , pois todos precisam de algo".
Bélgica – "A Europa ainda tem recursos minerais, como vocês pretendem manter-se estáveis? Esse congelamento externo é bom, mas desnecessário".

É proposta uma emenda para a diminuição da tecnologia de 6% para 3%

China - "Foram tomadas medidas necessárias para amenizar a produção de bicombustível".
Brasil – "É necessário controlar a produção de bicombustível, desde que apoie-se a produção sustentável".
Bélgica – "3% pode significar muito para alguns países e 6% muito para outros".
África do Sul – "Tanto 6% como 3% tem a mesma finalidade de não ultrapassar os objetivos ecológicos e de prejudicar a produção de alimentos".
China – "Convenhamos que quanto menor o pais, menor o gasto energético".
Estados Unidos – "3% já é uma produção muito grande. Mesmo sendo um país pequeno, produzirá uma porcentagem de país grande. Os Estados Unidos têm a principal fonte de bicombustível, o milho".
França – "Sou contra porque foi dito que 3% de alguns países, são como 6% de outros".
Congo – "Deve ser proporcional ao tamanho do pais. O problema é que ninguém investe
para que seja produzido".
Japão –  "Desejando o melhor para África, peço ao delegado do Brasil que não chame ao país que represento de egoísta".
Brasil – "Esse bicombustível pode contribuir muito à África, e gostaria de agradecer, inclusive, aos países desenvolvidos que são pioneiros nesse assunto".

Pesquisas referentes a bicombustíveis de segunda geração.

França – "Movimentará a África e dar-lhe-á proteção, o que pode também gerar uma economia no continente".
África do Sul – "Queremos ressaltar que o projeto é muito favorável e seria positivo que nem todos os países estivessem dispostos à agricultura".
Brasil – "Proponho uma emenda que não tenha patente, para que os países africanos tenham acesso a tudo o que for decidido".
Japão - "É essencial! Isso ajudaria ainda mais o continente africano e o bicombustível de segunda geração".
Itália – "O centro universal é para todo o mundo. Como serão na África os investimentos, deve-se ser feito esse centro na África do Sul".
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