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Brasil pede aos países que se coloquem na situação dos que sofrem com a fome

20:27 Reporter: zé loureiro 0 Comentários


Desenvolvimento do projeto de enriquecimento do urânio na finalidade de gerar energia e também em projetos medicinais.

Irã – "Para os países que não produzem bicombustíveis, como é caso do Irã, sendo grade grande produtor de petróleo, seria viável a aceitação desse projeto pois não favorecerá somente aos países que estão assinando e também ao meio ambiente."
Brasil – "Totalmente a favor, mesmo sendo independente do petróleo, o Brasil concorda que hajam fins benéficos medicinais".
África do Sul – "Lamentamos os casos de alguns delegados. Em segundo lugar, um remanejamento à Austrália seria bom pois o país já sofrerão com a saída de seus países para a Austrália."
Austrália – "Já temos investimentos em ajudas humanitárias, para quando chegarem na Austrália, não sofrerem marginalização."
Bélgica - "Achamos que a situação de Tuvalu estaria muito avançada se fosse anteriormente. A única situação cabível é levar a população para  a Austrália. Achamos que temos de fazer isso juntos, e temos que pensar no ser humano. Só de pensar que vão perder suas casas..."

Cláusula 10 – Fundo para ajudar os refugiados de Tuvalu.

Bélgica - "A Bélgica entende essa medida de levar esses habitantes para a Austrália, por terem parentesco hereditário. No entanto, temos que ter consciência e saber que a Austrália não pode superar isso sozinha. Deve ser feita uma forma de todos os países ajudarem."
Austrália – "Esse fundo viria como concilio e será muito bem-vindo, por que a Austrália está se responsabilizando por essa população e o fundo seria uma assistência para que tivéssemos certeza que a população não se marginalizará."
Brasil – "Estamos nos esforçando para melhorar as mudanças climáticas e Tuvalu não é o único lugar que será afetado. Não vamos deixar que aconteça em outros lugares o mesmo que em Tuvalu."
Suécia – "Não queremos que eles fiquem no subúrbio da Austrália. Não tendo recursos financeiros para mudarem sozinhos, concordo com o fundo."
Itália – "Totalmente a favor. Austrália não conseguirá receber toda essa população sozinha, por isso devemos ajudar."
Alemanha – "Esses fundos são essenciais para a população de Tuvalu. É injustiça a Austrália "bancar" tudo sozinha, sendo isso indispensável para reconstrução de suas vidas."
Japão – "É essencial a ampliação desse fundo para que Austrália possa abrigar esses refugiados."

 Contemplado a atual situação da fome, estabelece uma missão da ONU para investimento na agricultura.

África do Sul – "Se a produção de bicombustível for enfreada, um dos problemas internos será a fome. Portanto somos favoráveis e queremos que todos apoiem."
Brasil – "Totalmente a favor. A produção de combustíveis terá que interferir,  gerando lucro voltado à agricultura. Peço que os países se coloquem na posição dos que sofrem com a questão da fome."
Congo – "Esse fundo será muito benéfico à União Africana e a outros países do Mundo."
Bélgica- "Criar um fundo para ajudar os países não é a única medida para acabar com a fome."
Estados Unidos – "Parem de pedir fundos, isso não seria uma coisa concreta. Como investiremos em tantos fundos, e como seria desenvolvido esse dinheiro?"
França – "Ao pedirem 6% para a produção de bicombustível, pensando nesses países que sofrem com a fome, foi diminuído para 3%."
Bélgica- "Poderia ser investido dos lucros dos bicombustíveis e não precisariam pedir fundo várias vezes."

Enfatizam que os lucros de bicombustíveis sejam aplicados em alimentos.

Japão – "Os lucros devem ser destinados à agricultura para aumentar o índice de alimentos, que seriam os maiores incentivos."
Congo – "Estão querendo implantar nosso grupo. Nós decidimos sobre o nosso problema."
Bélgica – "Acreditamos que investindo no país, já se terão lucros, não sendo necessário pedir fundos e mais fundos."
Brasil – "Voltamos a insistir que a produção de alimentos é prioridade, mas a de bicombustíveis é mais favorável."

Recomendação de investimento nas energias eólica e hidráulica para os países litorâneos.

França – "Somos a favor da produção das energias eólica e hidráulica, e também de outros tipos de energia como o norte da África que utiliza a energia nuclear."
Brasil – "Totalmente a favor, por serem fontes renováveis e limpas de energia, não afetando a produção de alimentos e ajudando na sustentabilidade da África."
Itália – "A favor, mas gostaria de propor, que a produção de energia eólica fosse realizada no norte da África, onde seria mais acessível."
Japão – "No norte da África a produção das energias eólica e hidráulica seria interessante."
Índia – "Acreditamos que esses investimentos devem vir dos países que se propuseram em ajudar a África."
Suécia –  "A Suécia aprova essa cláusula , e como já foi dito, a Suécia tem 90% de energias nuclear e hidrelétrica, se disponibilizando a ajudar o país."

Determina que uma parte da energia produzida nos países beneficiados com as doações, seja retornada em partes energéticas para os países investidores.

França – "Não desejamos absolutamente nada em troca de nossa ajuda à África."
Estados Unidos – "A nossa proposta inicial, era ajudar os países sem receber nada em troca, aprovando vários fundos. Porém, também deve se considerar a nossa política, que será prejudicada caso não recebamos benefícios e só Ddoemos fundos e mais fundos."
 Brasil – "Como já foi dito, o Brasil é a favor do desenvolvimento sustentável na África. Sendo assim, continuamos apoiando a doação de  tecnologia à África."
África do Sul – "O meu país é totalmente contra e a África também deve ser. Não precisam ser relembrados fatos do passado, como a aliança estipulada por dois projetos bases."

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"É necessário que o biocombustível torne-se mais atrativo que o petróleo", delegação da Nigéria

17:50 Reporter: zé loureiro 0 Comentários


Estabelece que sejam diminuídos em  50% o número de subsídios norte-americanos na Europa.

França – "Somos contra diminuir o uso de subsídios. A tendência é diminuir o subsídio do etanol".
Austrália – "O subsidio não chega a tanto quanto na União Européia e nos Estados Unidos. O bicombustível dos Estados Unidos nos é mais barato".
Itália – "Isso pode gerar desemprego no pais."
Suécia – "É inviável que seja reduzido em 50% , e vamos ajudá-los levar tecnologia à África".
Estados Unidos – "Seria inviável para o País 50% , sendo que já estão investindo na África".
Bélgica – "A África não vai se tornar uma potência de bicombustível de repente. Ainda devem estimular bicombustível dentro do seu continente e não exportar ainda".

Determina que o centro universal deva se preocupar com capacitação das pessoas que produzirão bicombustível de segunda geração.

África do Sul – "Esse projeto é muito importante , citando 3 áreas que precisam de capacitação: Oriente Médio, África e America Latina".
Brasil – "Concordamos que seja importante. Iremos investir para que a África possa produizr tecnologia sozinha".
Itália – "Para que dar tecnologia a quem não sabe manusear?".

Estabelece que não sejam colocadas patentes descobertas no centro universal de pesquisa para que essa seja acessível a todos.

Brasil – "Criamos essa emenda para fortalecer e garantir que não haverá nenhum tipo de patente do país que irá sediar essa organização. Logo teremos menos emissão e África terá maior acesso".
Bélgica – "Achamos importante que esse centro seja uma área internacional, o que assegurará que essa servirá à tecnoloiga desenvolvida".

Determina a criação de fundo monetário internacional  para a produção de bicombustível e a diversificação de matriz energética nos continentes Africanos, Asiáticos e Americanos


Nigéria - "É necessária a investigação e o investimento quando os países começarem a usar os bicombustíveis".
África do Sul – "É preciso diversificar a matriz energética desses países para que possam usufruír dessa tecnologia".
Congo – "Sua frota de carros deve ser diversificada, o que precisa de um grande investimento, que pode ser trazido pelo petréleo".
Nigéria – "É necessário que o bicombustível se torne mais atrativo do que o petróleo. De que adiantará o bicombustível sair mais caro do que o petróleo?".
Estados Unidos – "Deveria ser mais especificado, para que não prejudique o próprio país".
Alemanha – "A doação de 0,1% é viável e poderá ajudar os países".

Determina uma queda na taxa protecionista dos países que oferecem subsídios aos seus agricultores.

Bélgica – "É preciso explicar os projetos para que aceitemo-nos. Os Senhores querem que sejam divulgadas as taxas dos nossos produtos para acabar com nossa economia?".
Japão – "Gostaria de maiores esclarecimentos sobre isso. Algumas cláusulas estão sendo lidas e tornando-se subentendidas". 
Brasil – "Peço que cada um defenda seu pais".

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"Que essa não seja uma recompensa monetária e sim ambiental", delegação do Japão

16:07 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Doar tecnologia para a produção de biocombustível na África.
Estados Unidos – "6% é muita coisa! E 5% das terras afetava muitos mais".
Brasil – "O território do Brasil é enorme. Nosso país investe sustentavelmente na África".
Índia- "Estamos aqui para lutar. Quanto menos diminuirmos a emissão de gases, melhor será".
Brasil – "O delegado da Itália tinha se mostrado favorável e o delegado da Uganda votou contra, sendo que essa cláusula seria para a doação de tecnologia à África".
Bélgica-  "Gostaríamos de demonstrar preocupação para com os países". Afirmou que o delegado da India não tem moral alguma para falar.
Estados Unidos – "Essa cláusula não é uma substituição da cláusula do protocolo de Kyoto, e sim uma ajuda aos países que não conseguem nem ao menos uma porcentagem. Como vem sendo investido, ajudará a nós e a África".
Japão – "Em nenhum momento foi falado que queremos alguma coisa em troca. Que isso não seja uma recompensa monetária e sim ambiental".
França – "Só estamos querendo que seja reconhecido o que foi feito: um melhoramento na África , não somente na economia".
Bélgica – "O nosso foco é ajudar a África!".

Fiscalizar o método de produção de bicombustível.

Brasil – "Vemos a criação desse órgão como algo indispensável, sendo que atualmente deve-se ajudar os países. Garantir que esse investimento traga um desenvolvimento sustentável, como o Brasil pretende fazer, é indispensável".
Bélgica- "Totalmente a favor. É necessária uma investigação, para que se saiba como é produzido o bicombustível em cada área. Tendo em vista o obetivo de reduzir a emissão de CO2, esse órgão ajudará na fiscalização desses países. Parabenizo os autores da cláusula".
Austrália – "Deve se ressaltar a importância dessa organização. De nada adianta o investimento se não for feito de maneira certa, e sem prejudicar quem está recebendo esses investimentos".
Irã – "Regularizará a produção dos bicombustíveis, para que o Irã não sofra".
Turquia – "Seria importante para o controle e investigação de tudo que será criado".
Suécia – Suécia apoia. "Todos sabem que a corrupção existe e esperamos que todos sejam beneficiados".

Cláusula 04 – Congelamento das dívidas externas para quem investir nos bicombustíveis.

Nigéria – "Se forem congeladas as dívidas externas, terão mais recursos para a produção".
Bélgica – "Investiremos na doação de tecnologia para a África, porque fomos extremamente afetados. Tem de se fazer algo próximo à realidade. Com o congelamento da divida externa os países vão deixar de investir na África".
África do Sul – "Com o congelamento das dívidas externas, o país cria um ambiente sem precisar de outros países".
Itália – "Queria deixar claro que a África tem sim a riqueza que precisa para amenizar os impactos causados. Não é assim agente que chegaremos a um consenso , pois todos precisam de algo".
Bélgica – "A Europa ainda tem recursos minerais, como vocês pretendem manter-se estáveis? Esse congelamento externo é bom, mas desnecessário".

É proposta uma emenda para a diminuição da tecnologia de 6% para 3%

China - "Foram tomadas medidas necessárias para amenizar a produção de bicombustível".
Brasil – "É necessário controlar a produção de bicombustível, desde que apoie-se a produção sustentável".
Bélgica – "3% pode significar muito para alguns países e 6% muito para outros".
África do Sul – "Tanto 6% como 3% tem a mesma finalidade de não ultrapassar os objetivos ecológicos e de prejudicar a produção de alimentos".
China – "Convenhamos que quanto menor o pais, menor o gasto energético".
Estados Unidos – "3% já é uma produção muito grande. Mesmo sendo um país pequeno, produzirá uma porcentagem de país grande. Os Estados Unidos têm a principal fonte de bicombustível, o milho".
França – "Sou contra porque foi dito que 3% de alguns países, são como 6% de outros".
Congo – "Deve ser proporcional ao tamanho do pais. O problema é que ninguém investe
para que seja produzido".
Japão –  "Desejando o melhor para África, peço ao delegado do Brasil que não chame ao país que represento de egoísta".
Brasil – "Esse bicombustível pode contribuir muito à África, e gostaria de agradecer, inclusive, aos países desenvolvidos que são pioneiros nesse assunto".

Pesquisas referentes a bicombustíveis de segunda geração.

França – "Movimentará a África e dar-lhe-á proteção, o que pode também gerar uma economia no continente".
África do Sul – "Queremos ressaltar que o projeto é muito favorável e seria positivo que nem todos os países estivessem dispostos à agricultura".
Brasil – "Proponho uma emenda que não tenha patente, para que os países africanos tenham acesso a tudo o que for decidido".
Japão - "É essencial! Isso ajudaria ainda mais o continente africano e o bicombustível de segunda geração".
Itália – "O centro universal é para todo o mundo. Como serão na África os investimentos, deve-se ser feito esse centro na África do Sul".

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"Não podemos pagar pelos seus erros, pois quem sofre somos nós", República Federativa do Congo

13:57 Reporter: zé loureiro 0 Comentários

China "Agora é a hora de agir e promover metas". Promete que vai cumprir a meta de 20%  usando a forma de energias renováveis.
Brasil – "A produção do bioetanol dobrou e a do biodiesel quase triplicou. Sendo assim, defendo os bicombustíveis. O petróleo é muito caro e o preço tende a subir, trazendo como consequências, crises".
África do Sul – "A África do sul tem 80% de dependência do carvão ate 2020 e quer ter 20% das energias renováveis".
Suécia – "Hoje todos estão sofrendo uma conseqüência , então todos devemos pensar em uma situação para ajudar uns aos outros".
Senegal – "Os países europeus não fizeram nada para nos ajudar. O Brasil que já foi explorado, está nos ajudando muito.
Nigéria – "A mudança na matriz energética demorará muito tempo. Num pais como a Nigéria, será ainda mais difícil".
Itália – "A Europa não está ajudando em nada, pois ousadamente já temos vários projetos na África  que os ajudam".
Índia – "Acho que a meta que proposta é favorável a alguns países e a nós".

Senegal – "Quando afirmei que a  África vem sofrendo mais, me referi ao continente inteiro e não só ao meu pais. O melhor seria colocar  o projeto em pauta, como é a proposta do Brasil".
Congo – "Não podemos pagar pelos seus erros, pois quem sofre somos nós".
Bélgica – "O delegado do Senegal deveria tomar cuidado. Gostaria que rixas políticas não sejam consideradas".
China – "Os países em crescimento, tiverem uma posição de energia limpa. Isso será um grande passo, portanto, deve ser apoiado. É o nosso dever!".
África do Sul – "O investimento na África é de extrema importância. Não foi estimulada a moeda de troca para que haja a inclusão de todos".
Rússia – "Os países com potencial energético estão de acordo em doar tecnologia à África".
Bélgica – "Somos totalmente a favor de uma forma de nos redimirmos com países responsáveis por nossa exploração, o que é um investimento muito grande. Que essa medida sirva de prova quando à nossa posição".
Senegal - "O projeto é muito bom, porque vai ajudará a África e o meio ambiente, reduzindo a emissão de CO2 e desenvolvendo a economia dos países africanos".
Estados Unidos – "A ajuda que os países desenvolvidos darão aos países da África, poderia ser
trocada por uma redução no protocolo de Kyoto".
Índia - "Também somos favoráveis a essa cláusula, que levará tecnologia à África, melhorando muito o IDH. Não é só investimento nos biocombustíveis e também nos habitantes".
Japão – Concorda com a delegada da Bélgica.

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França propõe que os refugiados de Tuvalu também sejam encaminhados à Nova Zelândia

13:46 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Tema: Tuvalu

África do sul - Explica que Tuvalu é composto de 8 ilhas. 
Alemanha - "Tuvalu é um conjunto de ilhas, e que está previsto para ser alagado. Até 2020, a emissão de gases tem de ser reduzida para tentar salvar a ilha não deixando-a  destruída".

Brasil - "A medida é transferir as pessoas para a Austrália e criar um fundo para ajudar o país que vai receber essas pessoas,. O Brasil apoia que os que moram em Tuvalu tenham moradia , alimentação e cuidados".

Estados Unidos - "Os efeitos estufa estão causando muitos problemas e Tuvalu é um dos que vem sendo atingido por esse motivo". Não se esquece de dizer que a população deve ser levada para um só lugar, porque as pessoas que moram em Tuvalu não querem se separar e o investimento nos bicombustíveis iria diminuir o efeito estufa".

Itália - "Provavelmente as ilhas serão destruídas e o mais difícil é que eles se acostumaram a viver em Tuvalu e será complicado se acostumar com a Austrália".

França - "Os países que emitem mais gases poluentes, deveriam tomar uma decisão sensata para chegar a um acordo para diminuir o nível da água e não só mandar os refugiados à Austrália. Também poderiam mandar para Nova Zelândia".

Suécia - "O Tuvalu é um dos mais afetados. Está sendo vítima de ciclones e não é possível deixar que a população viva em como esse. O certo mesmo é mandar as pessoas para um lugar seguro, para que tenham novos trabalhos e voltem a ter uma vida normal".



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"Será que vai ser necessário que a última árvore queime, o último animal morra, e o último riacho seque para o mundo aprender que dinheiro a gente não come?", República Federativa do Brasil

10:41 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Discursos Iniciais

Alemanha – Primeiro país a aprovar a biomassa e bioenergia. Serão geradas oportunidades de emprego, procurando sempre preservar o planeta e o ambiente, e valorizar a própria vida.
Arábia Saudita – Está desnorteada e não consegue discursar. Nervosismo ou não sabe nada sobre o assunto tratado no comitê? Fala diretamente para sua cola. 
Austrália – É a favor do uso de bicombustíveis, desde que o uso não afete na produção de alimentos. Apoia projetos plantados em países subdesenvolvidos a fim de diminuir impactos ambientais, afirmando que só assim a humanidade sobreviverá.
Bangladesh – É a favor dos bicombustíveis.

Bélgica – "Toneladas de CO2 foram liberadas na atmosfera e afirma que vem investindo na energia renovável, que tende a expandir muito mais,  desenvolvendo bicombustíveis através de farelo e palha.
Bolívia – Delegado da Bolívia aparenta estar nervoso e se diz a favor do bicombustível.
Brasil- "Excelentíssima Primeira Secretária do Conselho Econômico e Social Das Nações Unidas, através de quem cumprimento toda a mesa, bom dia. Bom dia também todos os demais delegados.
            A biodiversidade se dissipa cada vez mais depressa e as chances de recuperação são cada vez menores, se medidas não forem tomadas rapidamente o cenário irá tornar-se irreversível. Flexibilidade é a chave para alcançar o desenvolvimento sustentável. Desenvolvimento sustentável é uma expressão cada vez mais usada e cada vez mais longe de ser alcançada. É necessário implementar novas medidas para ampliar o mercado mundial de biocombustíveis, nós temos que lutar por um mercado justo. Nós estamos aprendendo isso e nós não queremos retrocesso.

           A fragilidade de alguns países não pode servir de pretexto, a hora de agir é agora! O veredito da história não poupará os que falharem com a sua responsabilidade nesse momento; será que vai ser necessário que a última árvore queime, o último animal morra e o último riacho seque para o mundo aprender que dinheiro a gente não come? Porque quando resolver bater o súbito colapso de bom senso, pode ser tarde demais.
        Os biocombustíveis são a ultima gota de esperança porque podem se tornar fontes energéticas de emissão zero de CO2; contribuir na restauração de terras degradadas; têm grande futuro econômico e têm apresentado efeitos climáticos significativos e positivos na substituição dos combustíveis fósseis.

         Mais do que dados, cada um deve colocar-se como ser humano. Imaginem em que situação o mundo aguardará seus descendentes. Somos realmente pessoas privilegiadas estando aqui hoje, e cabe a nós contribuir para a sociedade, hoje tão manchada por corrupção e desigualdades, naquilo que ela precisa.
        A urgência com que a questão climática se apresenta, traz à tona o debate sobre o modelo de desenvolvimento trilhado pela humanidade desde antes da Revolução Industrial e desafia nossa capacidade de “re-inventar a roda”. As mudanças climáticas são um tema que extrapola os muros da ciência ou os interesses de grupos e que já produz alterações na política, na economia e na vida cotidiana das pessoas (aonde mais claramente os impactos já vêm sendo percebidos).
       Melhorar as condições ambientais pode evitar gastos dos governos e dos cidadãos no combate aos males da poluição, mas, sobretudo significa também melhorar a qualidade de vida da população e será que isso por si só, não bastaria, não valeria o esforço?

Muito Obrigado pela atenção e conto com o apoio de todos.
Egito – Foi um dos fundadores da ONU, e por isso deveria ter mais poder nas plantações de bicombustível.
Estados Unidos – "Os Estados Unidos vêm sendo um dos maiores produtores de bicombustível no mundo, utilizando uma fonte de energia limpa. Já os bicombustíveis fósseis como o carvão e o petróleo, não são renováveis e irão acabar. A ampliação da fonte de energia  para todas as nações amenizará os efeitos que estão acontecendo no mundo, investirá em bilhões de dólares em pesquisas de bicombustíveis. Medidas também devem ser tomadas para que a matéria-prima não receba seus limites, no país onde a produção é apoiada pelo governo e são subsidiadas". Os Estados Unidos aparentam nervosismo.
Federação Russa – Vem com uma idéia de ajudar o mundo como um país diplomata e está ligada à redução de carbono. Os biocombustiveis geram mais emprego , nos trazem mais segurança na obtenção de energia. A Rússia possui grandes reservas de combustíveis fosseis, e com isso não tem necessidade de não usar outros tipos de energia. Mas não está somente preocupada com seus país e sim com os outros países que precisam e está aberta a negociações.
França – Até o ano de 2003 foi o primeiro a produzir mais bicombustíveis, estando a favor do mesmo. Esperam atingir seus objetivos.
Índia – Com uma forte economia e um índice de poluição elevado, está de acordo com o uso de bicombustível, buscando  que esse processo não seja prejudicial à natureza, e espera que esse debate seja cordial .
Itália -  Os impactos são muito sérios e os bicombustíveis são o único método viável , principalmente no setor de transporte, para diminuição de CO2.

Japão -  "Elevação do nível do oceano , serão catastróficos se continuarem assim. O bicombustível necessita e muito de ser utilizado e a chave para isso será a tecnologia, e transformação". Japão ajudará países em subdesenvolvimento.

México – Ainda é um país em desenvolvimento. Criará novas oportunidades de emprego, fortalecerá e investirá na segurança.
Irã- Desfavorecido em seus espaço geográfico e com alto nível de importações alimentícias, pode se afirmar que o bicombustível  não poderia suprir todos os automóveis que existem no mundo. São contra o bicombustível e a favor a energia nuclear.
China – Maior crescimento econômico da atualidade. Em relação aos biocombutíveis: "São fontes alternativas ao petróleo, substituindo as energias poluentes por energia limpas,". A China tem se mostrado empenhada a reduzir os gases poluentes.
Reino Unido- "A terra está passando por mudanças climáticas, e temos que revertê-las. O bicombustível é uma fonte renovável que vai contribuir para haverem menos mudanças climáticas, pois se não reverter-se o que está acontecendo na terra, pode afetar a vida de todos".

Afeganistão – Podem considerar o Afeganistão um país pobre, portanto o Afeganistão é contra o bicombustível por não ter terreno e ser um grande produtor de petróleo .

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Biocombustíveis.

15:57 Reporter: zé loureiro 0 Comentários

O tema a ser tratado no comitê Econômico e Social será o uso do Biocombustível, que é o combustível de origem biológica não fóssil. Normalmente é produzido a partir de uma ou mais plantas. Todo material orgânico gera energia, mas o biocombustível é fabricado em escala comercial a partir de produtos agrícolas como a cana-de-açúcar, mamona, soja, canola, babaçu, mandioca, milho, beterraba.
Tipos:
Biomassaé uma fonte de energia limpa e renovável disponível em grande abundância e derivada de materiais orgânicos. Exemplo: restos de madeira, estrume de gado, óleo vegetal ou até mesmo o lixo urbano. 
Biodiesel: O biodiesel é derivado de lipídios orgânicos renováveis, como óleos vegetais e gorduras animais, para utilização em motores de ignição por compressão (diesel). É obtido a partir de óleos vegetais como o de girassol, nabo forrageiro, algodão, mamona, soja.
Bioetanol: O bioetanol é a obtenção do etanol através da biomassa, para ser usado diretamente como combustível ou se juntar com os ésteres do óleo vegetal e formar um combustível. O etanol é um álcool incolor, volátil, inflamável e totalmente solúvel em água, derivado da cana-de-açúcar, do milho, da uva, da beterraba ou de outros cereais, produzido através da fermentação da sacarose.
Vantagens e desvantagens
O balanço ambiental dos biocombustíveis depende da fileira considerada (álcool, óleo vegetal puro, biodiesel etc.) e do tipo de agricultura praticado (agricultura intensiva, agricultura biológica etc.).
Nos biocombustíveis resultantes da reciclagem dos óleos usados, pode-se considerar que há um balanço ambiental positivo, pois esses óleos poderiam ser poluentes ou ter um uso menos eficiente.
Quanto aos biocombustíveis produzidos a partir de produtos agrícolas, para fazer um balanço ambiental é preciso ter em conta o impacto dos adubos e dos pesticidas utilizados, do consumo de água, que pode ser muito importante para certas espécies vegetais, e do impacto na biodiversidade quando imensas zonas de cultura substituem áreas muito ricas em espécies (florestas tropicais e outros hot spots como a zona mediterrânica). O balanço de CO2 dos biocombustíveis não é neutro, tendo em conta a energia necessária à sua produção, mesmo que as plantas busquem o carbono na atmosfera: é preciso ter em conta a energia necessária para a produção de adubos, para a locomoção dos tratores agrícolas, para a irrigação, para o armazenamento e transporte dos produtos. A fileira do óleo vegetal puro tem um melhor balanço que a do biodiesel.


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