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Biocombustíveis podem levar africanos à fome

21:56 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
 
O projeto que vem sendo discutido entre Brasil, União Européia e União Africana, a respeito dos biocombustíveis a serem plantados na região africana, tem recebido inúmeras críticas.
Primeiramente, como já foi falado, mesmo que haja negação por parte de alguns países, não se pode excluir a possibilidade de uma nova colonização na África, tornando-a novamente dependente do mundo. Caso isso venha a acontecer, a África não tem condições de auto-recuperação, o que prejudicaria ainda mais a situação do continente.
Em reunião, o delegado do Brasil afirmou que o principal objetivo será regular a produção, para que não haja um déficit no preço dos alimentos nem causar poluição, já que: “Biocombustível é desmatar!”. Ressaltando que o Brasil é hoje o maior produtor de biocombustíveis do mundo e só utiliza 1% de suas terras, a plantação não interferirá direta ou indiretamente no preço dos alimentos. Foi afirmado por outro delegado que a fome na África não é causa pelo espaço onde há plantações, mas sim pela má distribuição de alimentos, ou seja, produzir biocombustíveis não afetará a fome.
A forma mais barata de se produzir biocombustíveis é queimando-se a cana-de-açúcar, o que afeta diretamente o meio ambiente, não sendo esse o propósito da produção. Quanto a esse assunto, o delegado do Brasil, que pareceu ser o porta-voz da reunião, disse que estão sendo planejadas técnicas para que não seja mais preciso realizar a queima da cana, tornando o biocombustível totalmente puro e limpo.
A política da União Européia (UE) e dos Estados Unidos da América (EUA) visando desenvolver em África a produção de biocombustíveis causou um fluxo das multinacionais para a aquisição das terras aráveis dos países africanos, denunciou um relatório do Banco Mundial (BM). No relatório, enviado este fim de semana à imprensa em Bruxelas, o BM preveniu que esta política vai provocar a deslocação de milhões de camponeses africanos que serão obrigados a abandonar as suas plantações e "condenados à fome". Para o Banco Mundial, esta aquisição de vastas extensões de terras agrícolas é condenável ao mesmo título que a aquisição pelas multinacionais petrolíferas de vastas extensões de florestas cujos habitantes são expulsos, a favor da exploração de petróleo, nomeadamente na América Latina. O aumento da procura de biocombustíveis nos países desenvolvidos vai empobrecer os camponeses africanos, sublinhou o relatório do BM, que indicou que atualmente cinco milhões de hectares em África foram concedidos a multinacionais com vista à produção de biocombustíveis. Segundo o relatório, esta política causará conflitos entre estas multinacionais e as populações locais.
Estabelecer uma moratória de cinco anos para a atual produção de biocombustíveis e legitimar o direito à não deportação dos famintos são duas soluções para ajudar a diminuir a fome no mundo, segundo a ONU.

Esta afirmação foi feita em outubro de 2007 em entrevista coletiva concedida pelo relator especial das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, o suíço Jean Ziegler, prevendo o que aconteceria hoje. Segundo os dados coletados pela equipe do suíço, "a fome continua aumentando ano após ano".                                                                                                                                                                         
"A cada dia, 24 mil pessoas morrem de fome e 100 mil (morrem) por causas relacionadas à desnutrição, o que resulta em um total de 35 milhões de mortes ao ano", afirmou. "Quando, segundo dados da FAO (Fundo para a Agricultura e a Alimentação da ONU), o mundo produz alimentos suficientes para 12 bilhões de pessoas, ou seja, duas vezes a população mundial, cada criança que morre de fome é um assassinato", acrescentou. O relator acredita que não é preciso somente acabar com os famintos, mas evitar que seu número aumente. Por isso, propõe legitimar o direito de que os cidadãos que não podem se alimentar não sejam deportados, e evitar que os terrenos agrícolas sejam destinados à fabricação de biocombustível, em vez de serem usados para produzir alimentos. "Na África, há 202 milhões de famintos que não podem se alimentar e que arriscam suas vidas para chegar à Europa e poder viver, e nós deveríamos permitir isto", disse.
Ele criticou a União Européia (UE) por querer concluir um acordo de livre-comércio com o grupo de países da "zona ACP" (ex-colônias européias que se tornaram independentes recentemente na África, no Caribe e no Pacífico) que, em sua opinião, "vai beneficiar apenas o norte". Segundo Ziegler, os países ACP não têm margem de manobra para negociar por causa das ajudas recebidas do bloco europeu, que os deixam dependentes da UE. "O acordo só aumentará o número de famintos", afirmou.
O relator da ONU disse que outra medida que poderia evitar o crescimento do número de famintos, que estaria em 854 milhões, seria o estabelecimento de uma moratória de cinco anos na produção de biocombustíveis. "A transformação em massa de plantios destinados aos alimentos em terrenos voltados à produção de biocombustíveis vai criar hecatombes", ressaltou. Ele explicou que, para produzir 5 litros de etanol, são necessários 230 quilos de milho, quantidade que alimentaria uma criança durante um ano. "Eu entendo a necessidade de controlar as emissões de gases de efeito estufa, mas não se pode colocá-la à frente da vida das pessoas", acrescentou.
Por isso, ele pede uma moratória para que os cientistas possam desenvolver técnicas que permitam fabricar biodiesel a partir de produtos não comestíveis, como o cacto. "Infelizmente, as zonas áridas aumentam a um ritmo de 1,2 quilômetros ao ano, mas pelo menos teremos os cactos", disse.



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Conselho da Europa aprovaria aborto como "direito" em outubro

18:00 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
  O assunto que vem sendo discutido entre os países na Assembléia Geral, é a respeito da clonagem humana. A, enfim, aprovação ou proibição da prática de clonagem seja para fins terapêuticos e reprodutivos.
A variedade cultural e histórica existente na Europa fez com que cada país tenha elaborado leis diferentes sobre a utilização de embriões.
Em Portugal, nunca houve consenso sobre o estatuto do embrião. Isto impediu todas as tentativas de legislar a procriação clinicamente assistida (nas últimas duas décadas foram propostos mais de 10 projetos de lei). Existe um Decreto muito generalista (Decreto 135/VII (1997) publicado pelo Conselho de Ministros) proibindo "a criação ou utilização de embriões para fins de investigação ou experimentação científica”. Aceita, no entanto, a investigação "quando esta tenha como único propósito beneficiar o embrião”.     
  As leis aplicáveis em Espanha são: Lei 35/1988, de 22 de Novembro, para técnicas de reprodução assistida; 42/1988, de 28 de Dezembro, para doação e uso de embriões humanos e fetos ou das suas células, tecidos e órgãos; e a Convenção dos Direitos Humanos e Biomedicina do Conselho Europeu. As sentenças foram lidas pelo Tribunal Constitucional (STC 212/9 e STC 116/99). Esta legislação autoriza a investigação em embriões inviáveis. O problema principal consiste no conceito de viabilidade. A discussão centra-se nos embriões excedentários criopreservados que ultrapassaram a data legal para serem utilizados e que foram rejeitados para qualquer projecto parental. Discute-se se os embriões devem ser considerados viáveis ou não, uma vez que a sua capacidade de se desenvolverem em azoto líquido são nulas. Quer a Comissão Nacional para a Reprodução Assistida, quer o Observatório de Lei e Bioética, quer ainda diversos grupos de cientistas e médicos têm declarado serem a favor desta opção. Isso justifica a falta de ambos na última reunião da União Européia, na qual Espanha e Portugal permaneceram do lado de fora onde fora realizada a reunião.                                                                      

Delegado da Alemanha

 De uma maneira geral, na Alemanha, a 'Embryonenschutzgesetz' ("Lei de Proteção do Embrião"), que entrou em vigor em Janeiro de 1991, só permite o diagnóstico ou análise de um embrião para seu próprio benefício e com o objetivo de implantar este embrião individual no útero da respectiva mãe com vista à gravidez e parto. Assim, a utilização de embriões na investigação médica é legal na Alemanha.      

Delegado da França

  Na França, a lei de Julho de 1994 sobre Bioética proíbe, de uma maneira geral, a experimentação com base em embriões humanos. No entanto, existe uma exceção a esta regra: é permitida a investigação se esta for útil para o embrião e não o danificar, e se os progenitores derem o seu consentimento. Desde que esta lei foi promulgada, a situação alterou-se. As mais altas autoridades médicas francesas (a Comissão Consultiva Nacional sobre Ética e a Academia de Medicina) e o Conselho de Estado recomendaram a autorização da investigação de embriões in vitro. Em 20 de Junho de 2001, foi apresentado ao Conselho de Ministros um novo projecto de lei destinado a alterar a lei anterior, que foi adotado após uma primeira discussão na Assemblée Nationale (parlamento francês) em Janeiro de 2002. Poderá vir a ser lei em 2003. Esta nova legislação permitiria aos progenitores doarem os embriões excedentários (não implantados no útero) para investigação. A experimentação só avançará se ambos os progenitores tiverem dado o seu consentimento por escrito e se o protocolo de investigação tiver sido especificamente aprovado pelos Ministérios responsáveis pela Investigação e Saúde. 
Delegação do Reino Unido
 Na Grã-Bretanha é legal de acordo com algumas leis de licenciamento rigorosas.  Desde 1990 que a "Human Fertilisation and Embryology Act" (Lei de Fertilização Humana e Embriologia) permite a investigação com embriões humanos em alguns casos específicos. Estes casos incluem a investigação sobre o aborto, a esterilidade e as doenças genéticas. Em 2001, esta lei foi alterada de modo a permitir a utilização de embriões na investigação de doenças graves e dos respectivos tratamentos, e na investigação do desenvolvimento dos embriões humanos. Em todos os casos, os embriões devem ser eliminados no período de 14 dias após a fertilização.
A União Européia possui leis que proíbem a prática da clonagem para fins reprodutivos.
A primeira foi a Resolução do Parlamento Europeu (16 de Março de 1989) estipulando que a punição criminal era a única reação possível à clonagem humana. Resolução de 11 de Março de 1997 bania explicitamente a clonagem e requeria aos Estados membros que adaptassem medidas no sentido de punir criminalmente todas as violações da proibição (Resolução de 28 de Outubro de 1993 tinha já proibido a clonagem de embriões humanos). A Declaração dos Direitos Fundamentais da União Européia (2000) proíbe a clonagem reprodutiva de seres humanos (artigo três). A nível mais amplo, o Protocolo Adicional à Convenção Européia para a Proteção dos Direitos Humanos e Dignidade do Ser Humano no que respeita à Aplicação da Biologia e da Medicina (Convenção de Oviedo) proíbe a clonagem no seu artigo 1º.
Dia 27 de Setembro, a diretora executiva do Observatório Europeu para a Dignidade (European Dignity Watch), Sophia Kuby, advertiu a existência do Relatório McCafferty, que promove o aborto e poderia ser aprovado pelo Conselho da Europa em sete de outubro.

Durante um encontro convocado por Profissionais pela Ética (PPE), Kuby explicou que este relatório foi apresentado a votação na Assembléia Parlamentaria do Conselho da Europa. O texto promove o aborto sob o pretexto de que as mulheres devem ter acesso à "saúde reprodutiva". Conforme informou PPE, Kuby advertiu que o objetivo é impor este suposto direito por cima das objeções de consciência dos médicos e profissionais da área de saúde, que majoritariamente se negam a praticar abortos. Trata-se de "excluir da prática médica as pessoas de convicções sólidas, sejam quais forem, que se separem da prática e da ideologia dominante”. A líder pró-vida explicou que desta maneira se invertem os termos e se contrapõe a liberdade de consciência a um novo suposto direito. Ela acrescentou que se criaria um registro de impedimentos, que é uma lista negra para denunciar os profissionais que se neguem a praticar abortos. Kuby indicou que tudo isto responde à estratégia de determinadas minorias, que estão levando adiante na Europa um verdadeiro processo de re-engenharia social para pôr a vida, a família e os direitos fundamentais em jogo. 






 






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África do Sul se aproxima do BRIC visando mercados globais

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O BRIC+África do Sul vem realizando inúmeras reuniões durante o jogo. O Brasil e China, juntamente com a União Europeia já possuem o projeto de plantação de biocombustíveis na África, que em troca, busca crescer no mercado internacional. Desde que assumiu o governo, o presidente da África do Sul dá sinais de querer intensificar relações com as potências emergentes, com vista ao crescimento econômico e maior participação do país nos mercados globais. Em visita oficial à Rússia na semana passada, o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, encontrou-se com o colega de pasta russo, Dmitri Medvedev. O objetivo do encontro era analisar as possibilidades de troca de tecnologia espacial, solar, estabelecer parcerias econômicas e potencializar as relações turísticas entre os dois países.
“Com o objetivo de consolidar parcerias em nível cultural, educacional e de desenvolvimento, a visita ocorre no contexto do fortalecimento da cooperação norte-sul”, declarou Saul Molobi, porta-voz do governo sul-africano. Após o encontro na Rússia, a comitiva sul-africana visitará a China ainda no final de agosto. Desde que assumiu o posto de presidente, em maio do ano passado, Zuma já esteve em outros países emergentes, como o Brasil e a Índia. Coincidência ou não, os quatro países formam o grupo de emergentes BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).


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Relatório de ONG critica biocombustíveis latino-americanos

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Um relatório recentemente publicado pela ONG Friends of the Earth International criticou duramente a produção de biocombustíveis na América Latina ao sustentar que o rápido desenvolvimento de combustíveis derivados de plantas ameaça a biodiversidade, acelera o desmatamento e dissemina condições trabalhistas precárias na região.
 Ainda que o relatório, intitulado “Fuelling destruction in Latin America“, tenha criticado diversos países latino-americanos, destacou, em especial, a atuação do Brasil – maior produtor de etanol da região - pelas péssimas condições de trabalho dos cortadores de cana e pelo uso extensivo de pesticidas e fertilizantes químicos na produção de biocombustíveis.
 A associação brasileira União da Indústria de Cana-de-açúcar (UNICA) publicou uma nota em resposta às acusações da ONG, na qual alegou que as informações apresentadas no relatório estão descontextualizadas, imprecisas e desatualizadas.
 Marcos Jank, presidente da UNICA, afirmou que o Brasil tem dado passos significativos em direção ao aumento da sustentabilidade da produção de agro-biocombustíveis, pela redução das emissões de dióxido de carbono, criação de novos empregos e desenvolvimento de novas tecnologias. Segundo Jank, a experiência brasileira é a mais antiga e a mais bem sucedida iniciativa em grande escala de produção sustentável e no uso de biocombustíveis no mundo hoje.
Portanto, pode-se considerar o fato de que há a possibilidade de conflitos na África, que não tem estrutura o suficiente para coordenar maiores conflitos, caso venha a concretizar o projeto de plantações de biocombustíveis na região.


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Parlamento europeu limita o uso de biocombustíveis de primeira geração

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Mais uma vez, o uso de biocombustíveis com o objetivo de combater as mudanças climáticas gera controvérsias.
 O Comitê de Indústria do Parlamento Europeu está revendo a legislação sobre energia e mudanças climáticas. A presidência européia (França) espera aprovar a revisão antes da próxima Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, sigla em inglês), que será realizada em Poznan, Polônia, em dezembro deste ano.O Comitê aprovou, em 11 de setembro passado, a emenda da atual legislação que determina que, até 2020, deve vigorar o patamar mínimo de mistura obrigatória de biocombustíveis, definido em 10%. A nova proposta mantém a meta de 10%, mas especifica que pelo menos 40% dessa fonte renovável não podem competir com cultivos de alimentos – ou seja, devem ser a base de resíduos ou algas, ou ainda, hidrogênio ou energia renovável.
 Claude Turmes, membro “verde” do Parlamento Europeu e responsável pelas negociações, afirmou que o Comitê de Indústria fortaleceu suas salvaguardas contra os impactos prejudiciais dos biocombustíveis à base de cultivos agrícolas.
 A Associação Européia de Bioetanol alertou, entretanto, que, caso aprovada, a medida do Parlamento colocará em risco mais de cinco bilhões de euros investidos na capacidade produtiva do etanol europeu, assim como os empregos relacionados a tal produção. De acordo com a associação, as rigorosas metas estabelecidas para a eficiência de carbono favorecerão a importação de biocombustíveis – como o etanol brasileiro –, em detrimento daqueles produzidos na Europa.
 Em outubro, o Parlamento Europeu votará a legislação sobre energia e clima, que deverá, em seguida, ser aprovada pelos Estados Membros do bloco. 
Sendo assim, a participação da União Europeia no projeto de plantação de biocombustíveis na África, juntamente com o Brasil e China, pode mudar a qualquer momento.
 


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Biocombustíveis irão impulsionar investimentos na África

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O BRIC reuniu-se com a União Africana para tratar de assuntos referentes ao comitê Econômico e Social. O Brasil, em abril desse ano, apresentou uma proposta oficial à China para a realização de projetos conjuntos de produção de etanol em países asiáticos ou africanos. O que parecia pouco provável tornou-se realidade. Apesar de ter a segurança alimentar no topo de suas preocupações, com 1,3 bilhões de habitantes e temer que a plantação de cana de açúcar reduza a área agricultável disponível para outras culturas, a China aliou-se ao Brasil no projeto de produção de biocombustíveis nas regiões africanas.
A fabricação de etanol em terceiros países faz parte do esforço brasileiro para ampliar o uso internacional do produto e transformá-lo em uma commodity. De acordo com André Amado, o Brasil já tem acordo com os EUA para produção do etanol em sete países da América Central e Caribe e dois da África. Há também, segundo ele, projetos conjuntos com a União Européia e o Japão.                                                                     
Esse novo projeto pode ampliar a economia na África e fazê-la destacar-se no cenário internacional. O Zimbábue pretende se tornar o maior produtor de cana-de-açúcar da África, produzindo um bilhão de litros de etanol por ano até o final da próxima década e, consequentemente, exportando o biocombustível para outros países do continente africano. O diretor executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa, confirma que o Zimbábue tem potencial para se tornar um dos maiores produtores de cana-de-açúcar no mundo. “Assim como o Brasil, o Zimbábue e a maioria dos países africanos possuem condições agroclimáticas muito boas para a produção de cana,” destaca.                                                                                                
Porém, é fato que a África não tem condições o suficiente manter-se à base de biocombustíveis que requerem muito investimento e suprir mais conflitos, caso o aconteçam. Portanto, é provável que o lucro dos países a realizarem as plantações na região, não será igual ao africano e nem tampouco próximo às dificuldades enfrentadas no continente. A demanda mundial por biocombustíveis está promovendo uma grande disputa por terras aráveis na África com pelo menos cinco milhões de hectares tendo sido comprados por empresas de 11 países, afirma um estudo da ONG Friends of The earth. As companhias, em sua maioria européia e asiática, estão adquirindo terras a baixo custo na África para cultivar cana-de-açúcar, jatropha e óleo de palma. Uma prática que está criando conflitos com as comunidades locais e tirando espaço de plantações de alimentos: “A expansão dos biocombustíveis está destruindo florestas, tirando áreas de cultivo de alimentos das comunidades e incentivando discussões entre povoados que disputam o direito à terra”, explicou Mariann Bassey, ativista da Friends of the Earth. O Relatório afirma que Quênia e Angola teriam recebido propostas para o uso de 500 mil hectares para biocombustíveis e existem planos similares de 400 mil hectares para Benin. Além disso, plantadores de arroz foram forçados a abandonar suas terras para um projeto de cana-de-açúcar na Tanzânia. 
Porém, outros estudos sugerem que a expansão dos bicombustíveis não seria ruim, na verdade seria vantajosa para a agricultura africana. Disseram que os biocombustíveis irão impulsionar os investimentos na região e a infraestrutura. Eles afirmaram ainda que haveria um efeito positivo na produção de alimentos e se bem administrados, os projetos de biocombustíveis não destruiriam o meio ambiente.



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Estados Unidos iniciam projeto real de ajuda ao Afeganistão

19:01 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Hoje, dia 28 de Setembro, a reunião que deveria ser do G8 não aconteceu. Na verdade, a reunião foi realizada pelos Estados Unidos e Japão, apenas. A participação do Afeganistão acabou gerando polêmica e intriga entre os países que pareciam estar bastante unidos.


A Federação Russa recusou incluir-se na reunião sem a participação do Brasil e China, seus aliados no Conselho de Segurança. “Se os Estados Unidos podem convidar seus aliados, a Rússia também pode.” Porém, os Estados Unidos impondo mais uma vez sua autoridade, não permitiu. Estariam os Estados Unidos temendo a influência que a China, sendo a segunda maior economia do mundo, poderia gerar no Grupo?

A relação norte-americana com a delegação brasileira deve envolver mais conflitos e consequentemente maior cooperação. O crescimento econômico e a maior projeção conquistada pelo Brasil no cenário internacional nos últimos anos, aliados a uma política externa mais independente, devem fazer com que divergências entre os dois países sejam cada vez mais comuns, segundo os analistas.

"Não há dúvida de que a transformação das relações entre os Estados Unidos e o Brasil foi impulsionada pelas transformações no Brasil. Não apenas o crescimento da economia brasileira, mas também a maior projeção do país internacionalmente, significa que estamos nos chocando com o Brasil em áreas em que o Brasil antes não estava presente, mas agora está", disse o embaixador americano em Brasília, Thomas Shannon.

O diretor do programa de estudos de América Latina da Universidade Johns Hopkins, Riordan Roett, também afirma que, no futuro, as relações entre Estados Unidos e Brasil serão cada vez mais semelhantes às que Washington mantém com Rússia, China ou Índia. Entre as áreas em que há probabilidade de divergências, os analistas citam o comércio, especialmente no setor agrícola, em que questões como os subsídios pagos pelos Estados Unidos a seus produtores rurais já são motivo de conflito.

Segundo Hakim, o programa nuclear brasileiro também pode provocar divergências no futuro. "Poderia facilmente escalar para um conflito, especialmente se o Brasil aumentar sua capacidade de enriquecimento de urânio", afirma.

A China que ora demonstra amizade com os Estados Unidos, sendo a segunda maior economia do mundo e podendo os superar a qualquer momento próximo, talvez amedronte a potência, que por esse motivo impediu sua integração na reunião. No presente momento a maior potência mundial é os EUA, e a economia que mais desenvolve é a China, essas têm estabelecido uma relação harmoniosa, apesar de gerar certa desconfiança de um possível foco de tensão.

Essa harmonia reflete a forte dependência recíproca dos países, os Estados Unidos necessitam de mão-de-obra barata e outros atrativos oferecidos na China, por outro lado a economia chinesa depende dos investimentos norte-americanos que propicia o avanço econômico do país oriental, e também por causa das importações americanas que absorve grande quantidade de produtos chineses. É exatamente neste contexto o início de uma possível divergência, pois essas transações comerciais têm ocasionado um superávit de aproximadamente 200 milhões de dólares, mas por outro lado a balança comercial norte-americana fica com um saldo negativo na balança comercial, agora resta saber até quando a economia suporta o déficit comercial.

Esses fatos afirmam que os interesses econômicos sempre colocam em foco a supremacia geopolítica mundial no quais os países adotam medidas protecionistas, temendo perder sua hegemonia.

Com o G8 dividido, e sem a presença da Rússia, forte influência no cenário econômico, como ficará a situação do bloco? Para Moscou, que encontrou uma nova força com sua riqueza no setor de combustíveis, sendo muito importante retomar uma boa relação bilateral com Washington para realçar o status internacional e colocar à margem os europeus.

Os Estados Unidos têm buscado ajudar na reconstrução do Afeganistão, e segundo a delegada norte-americana, a reunião de hoje fora justamente para discutir investimentos a serem realizados no país, que desde 2001 vem sendo submetido ao domínio do Taliban. As propostas são de combate ao terrorismo (o que tem gerado momentos de tensão entre Washington e Cabul, devido às pressões americanas para que o Governo de Karzai tome medidas contra a extensa corrupção, um dos fatores que os analistas apontam como principal causa no aumento da popularidade Taliban entre a população afegã) e à pobreza; investimentos na educação, saúde e na valorização da mulher afegã, com o intuito de que após a retirada gradativa das tropas, o que já está praticamente oficializado, o Afeganistão tenha capacidade de manter-se e sustentar-se economicamente independente.

O projeto foi aprovado sem grandes complicações, intencionando a exclusão da possibilidade de veto por parte de outros países, como a Rússia.

Aparentemente, com essas reais medidas a serem tomadas, acredita-se na possibilidade de mudança na situação do Afeganistão.







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Delegado afirma que Irã não está conscientizado que bombardeando Israel, afetará todo o Oriente médio e a Europa

23:49 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Os Estados Unidos reuniram-se com seus aliados do Conselho de Segurança, para discutirem o projeto de resolução. 
 O que foi bastante ressaltado na reunião foi a posição do Irã no Jogo. O delegado de Israel insinuou uma inútil participação do Irã no Jogo, ironicamente. Afirmou que o país não tem aliados, já que usa de sua superioridade para atrapalhar a população. Criticou o líder iraniano Mahmud Armadinejad: “... Onde está esse líder que não intervê em tudo?”. Alegou que um país que absurdamente pune uma mulher com cem chibatadas, o que vai contra os Direitos Humanos, ainda tem direitos na Assembleia Geral e quer vir a votar sobre um assunto que exige respeito e ética.  Ressaltaram que o Irã não entende absolutamente nada de vida. Inconsequentemente ameaça bombear Israel, não se conscientizando que isso afetará a Europa e o Oriente Médio por completo. Acusaram Armadinejad de louco, se o mesmo fosse contra a OTAN. Segundo Armadinejad, os atentados teriam servido como desculpa para invadir o Iraque e o Afeganistão. "Foi dito que cerca de 3.000 pessoas foram mortos em 11 de Setembro, o que nos deixa muito entristecidos. Porém, até agora no Afeganistão e Iraque, centenas de milhares de pessoas foram mortas, milhões feridas e desabrigadas, e os conflitos ainda continuam e crescem." Armadinejad citou rapidamente as quatro rodadas de sanções impostas ao país pelas Nações Unidas por causa de seu programa nuclear. Segundo ele, alguns membros do Conselho de Segurança da ONU "igualaram energia nuclear com bombas nucleares". Também acusou os EUA de construir um arsenal nuclear em vez de se desarmar, e reiterou seu pedido para um mundo livre de armas nucleares. O segundo maior exportador de petróleo do mundo, vive inteiramente à base de energia não renovável, não pode de forma alguma participar do comitê Assembleia Geral, “nem tecnologia pra isso eles têm!”, complementou o delegado. Ironizou ainda que o único país que lhes dá moral é o Brasil, insinuando novamente a possibilidade de interesse da parte do Brasil no Irã. E defendendo a superioridade norte-americana, afirmou que mesmo sendo um país “tão bom e político”, jamais superará os Estados Unidos economicamente. “Mesmo com a crise não conseguiram derrubar os Estados Unidos.” (delegada dos EUA). Finalizou, mais uma vez ridicularizando o Irã e o julgando indigno de integra-se ao Jogo da ONU e receber algum mérito ou respeito. Não deu mais declarações, simplesmente afirmando que sua intenção era despertar uma “dúvida” quanto ao Irã, para as imprensas e outras delegações. 




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É criada a Aliança das Nações Humanitárias (ANH)!

19:43 Reporter: zé loureiro 3 Comentários
O Vaticano reuniu-se com seus aliados na luta contra a prática da clonagem humana  para fins reprodutivos, como os Estados Unidos e Afeganistão. A posição do Vaticano é de total condenação a essa prática: A preocupante possibilidade de clonagem de seres humanos com a finalidade "reprodutiva", mediante a substituição técnica da genitorialidade responsável, está em contraste com a dignidade da filiação. Ainda mais preocupantes são os pedidos prementes, feitos por grupos de investigação, de legalizar a clonagem com a finalidade de submeter embriões humanos "produzidos" com manipulações e experimentações, para destruí-los. Esta situação evidencia uma grave deterioração, quer do reconhecimento da dignidade da vida e da procriação humana, quer da consciência de como é insubstituível e fundamental o papel da família para o homem, e de como é fundamental o seu valor para toda a humanidade. (Cardeal Alfonso López Trujillo). O Vaticano apoiará pesquisas com células-tronco adultas, e já vem investindo milhões de dólares para pesquisas desse tipo. Segundo o Cardeal Matino, com células-tronco adultas ninguém é assassinado: “A Igreja quer contribuir para o progresso da ciência, mas sempre tendo em vista a defesa da vida dos doentes e evitando o emprego de células-tronco embrionárias nas pesquisas”, declarou o purpurado. A reunião de organização foi realizada no hospital do Menino Jesus de Roma – que pertence ao Vaticano – e que colocou à disposição seus próprios laboratórios para os estudos.
O cardeal afirmou que “a primeira contribuição da Igreja católica a tais pesquisas será oferecer um local onde poderão ser realizadas”.
Recentemente, o porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi S.J., disse que “sempre se reconheceu como legítimos a pesquisa científica e o uso clínico de células-tronco provenientes de tecidos adultos” – como ocorre neste caso. “A distinção entre células-tronco adultas e embrionárias é fundamental sob o ponto de vista ético”.
Os Estados Unidos e Afeganistão, aliados no Conselho de Segurança, vêm mostrando concórdia nos comitês, inclusive na Assembléia Geral. Extremamente conservadores ambos apoiaram o Vaticano na criação de um novo bloco, a ANH. A Aliança das Nações Humanitárias foi criada com o objetivo de os países fortalecerem suas posições diante das demais potências que apóiam a prática da clonagem para fins terapêuticos, como os integrantes do BRIC e Reino Unido.
A presença dos Estados Unidos, maior economia mundial, na ANH gerou insegurança nos países. O Brasil, com sua majoritária cristã, tem buscado aliados na União Européia, com o Reino Unido, que aprova pesquisas com células-tronco.
 
 


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"Não é uma questão entre EUA e Taliban"

19:27 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Faltando apenas duas semanas para o grande dia, começam a ser realizadas reuniões de grande importância e influência para o Jogo, como a dessa última terça-feira, onde se encontraram blocos contendo algumas das maiores potências mundiais. O BRIC, juntamente com o Grupo dos Sete mais a Rússia, reuniram-se com o Afeganistão para discutir sobre o Conselho de Segurança, comitê que vem recebendo extremo destaque, tratando da retirada das tropas do Afeganistão.

Os Estados Unidos, que há pouco tempo recebeu uma proposta do Taliban a retirar-se do Afeganistão já que haviam sido derrotados e o invadido ilegalmente, esclareceu-nos algumas perguntas. Sendo representantes da ideia de democracia em contrapartida com as torturas de seus soldados no Afeganistão, afirmaram que essa não é uma questão discutível no Jogo, porém terão respostas e argumentos caso venha tornar-se discussão.  Complementando com  a seguinte afirmação: “O Taliban é inimigo de todos e afeta o mundo inteiro. Não é uma questão entre EUA e Taliban!”, ficou claro o pensamento norte-americano. Sua economia tem sido extremamente afetada, mas não fragilizada, no objetivo de “ajudar” o Afeganistão a reconstruir-se independentemente do Taliban. O que não é uma característica muito conhecida dos Estados Unidos. “Ajudar” a acabar com uma guerra que eles mesmos, direta ou indiretamente, influenciaram. Desarmar soldados que há tempos, eles mesmos armaram. A possibilidade de retirar as tropas do Afeganistão continua em andamento, analisando todas as circunstâncias. Mas o fato é que enquanto os EUA mantiverem a posição de sempre, de ambivalência, o imbróglio afegão só fará complicar-se, cada vez mais, ainda por muito tempo. Desde que houvesse alteração profunda e convincente, a partir da qual os afegãos pudessem realmente acreditar que os EUA admitirão que os afegãos controlem o próprio destino, rapidamente surgiriam modos para solucionar todos os demais impasses pontuais
A possiblidade de discutir a respeito do petróleo que fora encontrado no Golfo Pérsico, não se concretizou. Segundo a delegada dos EUA, não há relações entre os assuntos, mesmo que venha a gerar invasões de países exploradores.
Finalizaram afirmando que não acreditam em um possível avanço e perda de sua posição para outros blocos como o BRIC, que vem crescendo no Jogo.
A delegação da China, país que cresce em ‘velocidade luz’ e se impõe a cada dia com mais força no mercado internacional, quando questionada sobre o motivo pelo qual não desejam conflitos na Ásia, simplesmente alegou: “É errado querer a paz?”.
E a França? Estaria contradizendo sua posição, ora desejando a retirada imediata das tropas, ora apoiando a retirada gradativa e parcial... Realmente, vem mostrando-se indecisa e incompatível aos fatos reais. 
O Brasil e o restante dos países, após ouvirem os interesses do próprio Afeganistão na reunião, decidiram que a melhor saída para a situação devastadora do país, é ajudá-lo a reconstruir-se e não somente retirar as tropas da ISAF. Aguardemos! 

 

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"Poderia ter sido melhor"

21:23 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
O G20 subdesenvolvido realizou sua primeira reunião essa tarde, dia 20 de setembro. Como fora a primeira reunião do bloco, os países buscaram um consenso entre si. O delegado do Brasil afirmou mais uma vez que tem sido fácil encarar as diferenças que possuem entre si já que prevalece o interesse que ambos possuem em comum, o de buscar o melhor para toda a humanidade. A Coreia do Sul ressaltou o bom proveito da reunião e a finalidade de se conhecerem e exporem suas opiniões. Diante de tudo isso, o delegado da França alegou que apesar de tudo, a reunião podia ter sido melhor se tivessem comparecido mais países, como os Estados Unidos e que assuntos importantes não foram discutidos devido à falta de alguns países. 


Delegação da Coréia do Sul

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Primeira reunião do MERCOSUL.

21:14 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
O MERCOSUL realizou sua primeira reunião hoje, dia 20 de setembro às 14h30min. O bloco, do qual fazem parte Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela, teve como finalidade discutir os temas a fim de chegar a um consenso. Como disse o delegado da República Federativa do Brasil, a reunião, que fora muito boa, não teve um porta-voz. Ainda afirmaram que tem sido muito fácil conversar entre si, já que os países pertencentes ao bloco encaram bem suas diferenças e todos buscam o melhor para a população mundial. 

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Reunião da União Europeia.

20:59 Reporter: zé loureiro 0 Comentários


Aconteceu hoje, dia 20 de setembro às 14h30min, a segunda reunião da União Europeia, na qual não compareceram Espanha e Portugal, que ficaram do lado de fora do local onde realizou-se a reunião. Ressaltaram mais uma vez a união do bloco, afirmando que são como um país somente e que pronunciarão dessa forma.
Durante a reunião da União Europeia foram vistos delegados do Reino Unido e Bélgica conversando com o delegado da China. Qual será a relação da China com a União Europeia? Fica o mistério! A reunião foi dividida de acordo com os comitês, ou seja, cada representante do país falou a respeito do comitê que participará. O delegado da França afirmou que buscam melhores acordos em relação a Assembleia Geral, sendo o Reino Unido e Bélgica a favor da clonagem reprodutiva, com a maioria dos países europeus contra essa prática, com exceção da própria França que apoia a clonagem terapêutica com células-tronco.  Buscam então um acordo entre si para resolverem o assunto. E em relação ao conselho de segurança, o delegado da França ainda afirmou que espera a retirada parcial das tropas do Afeganistão, defendendo a independência e a paz no país.

                                   

Delegação da Áustria.

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Reunião sigilosa do BRIC!

19:06 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Qual será o motivo de tantas reuniões às escuras? Estariam os países temendo, ou despreparados? Hoje, soubemos de mais uma reunião não publicada à imprensa. O bloco BRIC encontrou-se às 15h00min, dia 17 de setembro. Fomos informados ao final da reunião e nenhuma delegação procurou dar-nos declarações. 

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O maior bloco econômico reúne-se pela primeira vez!

18:08 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
  O Grupo dos Sete e a Rússia, mais conhecido como G8, formado pelos países:  Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, FrançaItália e o Canadá, mais aRússia, realizou nessa quinta-feira sua primeira reunião. Somente o Canadá não compareceu à reunião, que segundo a delegada dos EUA fora de muito proveito. Os países não responderam a mais perguntas, ou não souberam responde-las. Finalizaram afirmando que novas reuniões serão marcadas. Fica concluído então, que simplesmente, não quiseram expor os assuntos tratados na reunião, que durara duas horas.
 
                                                            
                              

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O sigilo das reuniões dos EUA.

16:54 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Que os Estados Unidos vêm se reunindo discretamente desde o início do Jogo, todos já sabemos. Mas dessa vez flagramos uma reunião entre os EUA e Israel, realizada na biblioteca. O motivo do sigilo não se sabe, já que os EUA mostram-se cada vez mais se ocultando no Jogo, sempre se encontrando às escuras. O que isso prova? Talvez estejam, simplesmente, guardando suas posições para enfim, surpreenderem a todos. 

       
                                       


        

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Países Africanos demonstram união.

19:21 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
Os países africanos reuniram-se novamente, hoje dia 14/09 às 14h30min. A finalidade da reunião foi para discutir as opiniões e posições de cada país, sem prejudicar a ideologia de nenhuma delegação. Afirmaram que ainda não tomaram postura física, como disse o delegado do Senegal. Ainda disseram que o bloco está forte e bastante consciente. Em relação ao ASBRIC, os países concretizaram a ideia de que independente do país a reunir-se com outro bloco, representará os ideais da União Africana de forma igual, pois o bloco rege o seguinte tema: "Um por todos e todos por um!", e nenhum país pertencente ao BRIC intervirá na sua relação. Preferiram não falar sobre a declaração de um dos países na última reunião, que posicionou-se de forma contraditória. 


                            
                                






              

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Reunião do BRIC às escuras!

18:19 Reporter: zé loureiro 0 Comentários
O bloco BRIC reuniu-se hoje com a intenção de não publicar à imprensa, mas nós descobrimos e procuramos algumas informações. O horário da reunião foi o mesmo do G20, já que os todos os países pertencentes aos dois blocos (BRIC e G20 emergentes), encontraram-se no mesmo local. A respeito da reunião não nos foi divulgado nada, mas percebemos alguns detalhes que fazem toda a diferença no Jogo. Novamente, a Federação Russa não nos deu declaração alguma, mas pelo contrário, retirou-se da reunião ignorando todas as agências de notícias e exibindo sua soberania prepotência de sempre. Que a delegação russa sempre nos nega declarações, já é de conhecimento de todos. Porém hoje, mais um ato de um dos delegados nos chamou a atenção. O delegado Gustavo Reghin, ironicamente disse: "Paz e Amor!", o que provam sua forma de posicionar perante a imprensa. Então, refaçamos a pergunta: Estaria a delegação Russa temendo sua exposição? Ao final da reunião, os delegados do BRIC, esperaram que fôssemos embora para se retirarem. 

Delegados da Rússia.
Saíram sem dar declarações.
                                                   

Delegação Russa se retirando.
                                          

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